me debruço dessa vez rindo
sobre o meu antigo vale de lágrimas
e rio de modo compulsivo de modo que nada,
disse nada,
me faz mudar a feição do meu rosto.
Rio pela poesia que pousou em minha vida.
Luz, felicidade, natureza aberta com o toque da primavera
enchendo os poros das flores com seu calor cheiroso.
Quantas borboletas há no amor,
das lindas, coloridas, alegres.
Aquelas que imaginava tão distantes, que uma era eu
voando na escuridão do vazio.
No centro de uma cabala.
Nascido de um toque, uma adaga em flor me enfeita o peito
pelas mãos do mágico do mundo encantado,
que é príncipe guerreiro
e não esconde que prefere o plebeu.
Amigo, que tenho dessas trovas contemporâneas
protagonista do sonho meu que preenchido no hoje
colorirá as noites por mais escuras que possam ser.
Mesmo sem lua, haverá estrelas.
Nenhum comentário:
Postar um comentário