quinta-feira, 30 de julho de 2009

Angra dos Rey's!!

Deixa, se fosse sempre assim
Quente, deita aqui perto de mim
Tem dias, que tudo está em paz
E agora os dias são iguais..

Se fosse só sentir saudade
Mas tem sempre algo mais
Seja como for
É uma dor que dói no peito
Pode rir agora
Que estou sozinho
Mas não venha me roubar...
Vamos brincar perto da usina
Deixa pra lá

A Angra é dos Reis
Por que se explicar
Se não existe perigo...

Senti teu coração perfeito
Batendo à toa e isso dói
Seja como for
É uma dor que dói no peito
Pode rir agora
Que estou sozinho

Mas não venha me roubar
Vai ver que não é nada disso
Vai ver que já não sei quem sou
Vai ver que nunca fui o mesmo

A culpa é toda sua e nunca foi...
Mesmo se as estrelas
Começassem a cair
A luz queimasse tudo ao redor
E fosse o fim chegando cedo
Você visse o nosso corpo
Em chamas!
Deixa, pra lá...

Quando as estrelas
Começarem a cair
Me diz, me diz
Pr'onde é
Que a gente vai fugir?

terça-feira, 28 de julho de 2009

Mais uma vez!

Tô indo embora e dessa vez para bem longe.
Cansei dessa brincadeira, desse jogo e desse mundo
Obscuro e turvo que só
Cheio de curvas agudas e declinadas
que me levam ao abismo!

Grito!
Clamo socorro e vejo você.
Segura a minha mão para olhando nos meus olhos
fingir que vai me ajudar
e soltar a minha mão e me deixar
despencar num poço sem fim

Me sentindo em queda contínua!
Mais uma vez!

Me adora

Tantas decepções eu já vivi
Aquela foi de longe a mais cruel
Um silêncio profundo e declarei:“Só não desonre o meu nome”
Você que nem me ouve até o fim
Injustamente julga por prazer
Cuidado quando for falar de mim
E não desonre o meu nome
Será que eu já posso enlouquecer?
Ou devo apenas sorrir?
Não sei mais o que eu tenho que fazer
Pra você admitir
Que você me adora
Que me acha foda
Não espere eu ir embora pra perceber
Que você me adora
Que me acha foda
Não espere eu ir embora pra perceber
Perceba que não tem como saber
São só os seus palpites na sua mão
Sou mais do que o seu olho pode ver
Então não desonre o meu nome
Não importa se eu não sou o que você quer
Não é minha culpa a sua projeção
Aceito a apatia, se vier
Mas não desonre o meu nome
Será que eu já posso enlouquecer?
Ou devo apenas sorrir?
Não sei mais o que eu tenho que fazer
Pra você admitir
Que você me adora

Que me acha foda
Não espere eu ir embora pra perceber
Que você me adora
Que me acha fodaNão espere eu ir embora pra perceber

Pitty

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Reconheço

Sim!
Reconheço. Sinto... o que sinto?
Dizer-lhe-ei com todas as letras e sem meias palavras.

Reconheço que te amo,
que sinto sua falta completa,
que sinto sua presença ausente,
que sinto sua mente insana,
que sinto ainda seu corpo,
ainda seu toque e
ainda seu cheiro.
Ainda sua voz ecoa pelos meus ouvidos.
Ainda te vejo em sonhos reais que,
me fazendo sentir você,
me enlouquecem,
desfalecem,
possuem,
fluem.
Sonhos que me comem e sonhos que te como,
devoro, te tenho, te pego e te faço.

Homem meu e só
único.

Reconheço seus erros, sua insanidade, sua loucura,
suas decisões não decididas, mas,
ainda assim,
Reconheço que me preocupo contigo e,
muita, mas muita coisa,
que te lembra ainda mexe comigo.

Sinto falta de teu ser,
do teu era,
do teu foi,
do teu que não mais volta,
nem me possuirá como antes fizera com tal voracidade a me fazer perder o ar!

Sinto que nem mais, nunca mais se quer, dirigir-lhe-ei palavras,
olhares e muito menos toques ou olhares de desejo.
Não mais, mas reconheço,
Mais sinto a cada vez mais,
até sentir
não mais!