segunda-feira, 12 de maio de 2008

Olha para mim! Veja bem.


Me libertei de uma e estava muito bem por isso, mas cai em outra ramadilha do destino. Pareço masoquista! Sempre me torturo e sofro. Tive um choque de realidade, cai do pedestal em que eu estav apoiado e acordei para o que eu estou sentindo. Obrigado, Marlon! Para que eu fui me enfiar naquele bar. Eu poderia ter evitado tudo o que aconteceu após o parque e ter ficado com a parte muito boa daquela noite que foi estar na companhia de uma pessoa, por quem até então não havia derramado uma só lágrima, porque eu quis me colocar superior e acreditar que não estava rendido de amores.

Oh, Sonnenchein. Tenho tanto para te mostrar. Sou capaz de amar você! Segurança é o que pedes, é o que tenho, é o que buscas e não a vês em minhas mãos tão quentes pelo fogo do sentimento que invade por meu corpo veias e me escapa pelos movimentos da minha ofegante respiração ao que você me invade o pensamento e vem o seu cheiro, sua voz.

O ver seu nome já me enche de vida o dia. Sol que brilha forte durante a chuva. Pássaros que cantam com a luz do sol em momentos da noite com suas mensagens e ligações. Sol que aquece madrugadas geladas de inverno. Sol que não se põe. Sol que ilumina a mim e a ti.

Assumo. Amo. Mas posso e não devo! Ou devo. Vou me entregar!


Segure-se em mim. Vamos em busca da felicidade.


"Para onde tenha sol é pra lá que eu vou."


quarta-feira, 7 de maio de 2008

Só de passagem!



Me disse uma vez um mestre: "A vida é como uma viagem de trem."

A explicação dada a essa frase, logicamente muito convincente, é que nós somos o trem e carregamos de estação em estação várias pessoas diferentes e somos responsáveis por todas elas. Não podemos deixar ninguém passar despercebido ou esquecer alguém na estação. Cada passageiro sabe a sua hora de embarcar ou descer do trem e lembrar ou não daquela magnifica máquina que o conduziu pelo caminho da vida, caberá ao próprio julgar suas memórias.

O mesmo mestre me deixou outro ensinamento que nós sempre nos tornamos responsáveis por tudo aquilo que cativamos. Então cada objeto, cada bem, cada coração, cada pessoa que se cativa por nós, com o grau de amor que seja, devemos a elas uma imensa e tenra obrigação em não decepcioná-las, nunca.
Perto ou não, a pessoa cativada fica feliz em ver a felicidade de seus cativos. Apesar de sentir um pouco de culpa ou angústia, a felicidade ou a busca por ela, se faz de arma para que se tenha novos meios ou motivos para cativar mais e mais pessoas.
É necessário que as pessoas usem apenas armas brancas para se prender as pessoas. Abuse & Use da moda do amor, do carinho, da atenção, do afeto, do sentimento, enfim...
coisas boas são o que há!

Você é responsável por tudo o que cativas e responsável é pelos passageiros da sua vida.

O melhor é que cada passageiro sabe seu lugar, sabe quando é a hora de desembarcar. Se não desembarca, é porque ainda tem o que fazer durante a viagem, mas se ja fez tudo, deixe-o desembarcar e tomar o outro trem, que seguirá em outra via para outra direção. Quem sabe se o caminho não se cruze em ponto comum e o passageiro vai precisar de você de novo? Mas, ele corre o risco de não haver vagas Paciência! Um outro passageiro poderá se tornar fixo na sua viagem. Claro que o novo não apagará o antigo, se não for desejado assim. Mas o que se foi deve ser colocado num lugar especial se foi especial, se não foi, deixe no correio o malote das más lembranças e siga a sua longa viagem.