sábado, 21 de março de 2009

Quem sou eu:

aquele que ama a vida;
que aprecia a boa música;
aquele que canta;
aquele que dança;
aquele que deixa a tristeza para lá;
aquele que faz as coisas justas;
aquele que fala;
e aquele que ouve;
aquele que ama a justiça;
que ama a honestidade;
que idolatra a verdade e a sinceridade;
aquele que entende e quer ser entendido;
aquele que ama mesmo quando não é amado;
aquele que ama mais ainda quando amado é;
aquele que ama você que está aqui;
aquele que se não te amasse não te ouviria;
aquele que ama a Língua Portuguesa;
aquele que ama Literatura;
aquele que enlouquece com Linguística e Teoria da Literatura;
aquele que ama educar;
aquele que ama cuidar;
aquele que se importa com os outros;
aquele que liga para saber quando estar;
aquele que ouve a voz do coração;
aquele que dita a própria moda;
aquele que se importa com os sentimentos;
aquele que entre quatro paredes só quem provou sabe como é! :P
;aquele que fez pouco sexo, quase sempre faz amor;
aquele que é do signo de peixes;
aquele que dá flores;
aquele que ajuda a escolher curso;
aquele que manda mensagem no celular, recados e depoimentos bonitinhos no orkut;
aquele que faz tudo para você se sentir amado;
e aquele que não tem o menor valor!

aquele que ODEIA injustiça;
aquele que odeia desonestidade;
aquele que odeia MENTIRAS;
aquele que odeia FALSidade;
aquele que odeia o ódio;
aquele que odeia ODIAR;
aquele que odeia odiar quem ama ou um dia amou;
aquele que odeia quem o odeia;
aquele que não gosta de filas;
aquele que é pontual e odeia ficar esperando;
aquele que faz;
aquele que acontece;
aquele que não tem limites;

AQUELE QUE VOCÊ ACHA QUE CONHECE!

domingo, 15 de março de 2009

Em março, primeira postagem desse novo ano.

Para variar o blog será um confidente. Depois daquelas postagens cheias de sofrimento, que os protagonistas vocês bem conhecem, venho para voltar a tocar nessa questão delicada.

Hoje me sinto um pouco só pelo fato de ter ouvido que você sentia falta, sentia saudade, sentia ciúmes e que é amor sim, e não o simples medo de ficar sozinho outra vez. Que seria feito de tudo para reconquistar a minha confiança para voltarmos, lembra disso tudo? Pois é, isso em dezembro do ano passado e, hoje, meio de março ainda espero respostas.

Não sei se ainda preciso esperá-las, não sei se ainda quero esperá-las, não se ainda devo esperá-las.

Quantos momentos já, né? Felizes ou não? Ou simplesmente comuns. Quanta insensatez ao falar, não acha? Não sabe que algumas declarações machucam?

É aquilo:

"Quando o que se vai falar não vai acrescentar em nada, a melhor contribuição é o silêncio!"