Para variar o blog será um confidente. Depois daquelas postagens cheias de sofrimento, que os protagonistas vocês bem conhecem, venho para voltar a tocar nessa questão delicada.
Hoje me sinto um pouco só pelo fato de ter ouvido que você sentia falta, sentia saudade, sentia ciúmes e que é amor sim, e não o simples medo de ficar sozinho outra vez. Que seria feito de tudo para reconquistar a minha confiança para voltarmos, lembra disso tudo? Pois é, isso em dezembro do ano passado e, hoje, meio de março ainda espero respostas.
Não sei se ainda preciso esperá-las, não sei se ainda quero esperá-las, não se ainda devo esperá-las.
Quantos momentos já, né? Felizes ou não? Ou simplesmente comuns. Quanta insensatez ao falar, não acha? Não sabe que algumas declarações machucam?
É aquilo:
"Quando o que se vai falar não vai acrescentar em nada, a melhor contribuição é o silêncio!"
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